Apresentação SASIG III

sasig_SandrobatistaForam disponibilizados os vídeos do SASIG III – Jornadas de Software Aberto para Sistemas de Informação Geográfica – que decorreu em Lisboa no passado mês de Novembro.

Na altura do evento disponibilizei a comunicação neste link  http://blog.sandrobatista.com/2010/11/05/mashups-inteligentes/ e agora podem acompanhar os slides com o respectivo vídeo desta sessão.

Sandro Batista @ SASIG III

 

Todos os materiais – vídeos, fotos e comunicações – encontram-se disponíveis na página do evento em: http://lisboa.sigaberto.org/

Uma vez mais Parabéns a toda a organização pelo excelente evento!

Sandro

Quem? Onde? Quando? Como? E Se?

Estas são as perguntas essenciais que, devidamente respondidas, nos permitem: Planear, Decidir e Agir!

 

Planear > Decidir > Agir, Sandro Batista, APDCPlanear > Decidir > Agir, Sandro Batista, APDCPlanear > Decidir > Agir, Sandro Batista, APDCPlanear > Decidir > Agir, Sandro Batista, APDCPlanear > Decidir > Agir, Sandro Batista, APDC

 

Este foi o tema da apresentação que tive oportunidade de fazer no 20º Congresso das Comunicações, organizado pela APDC – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações. O tema deste congresso foi RESTART – Portugal precisa de se reinventar para preparar o futuro.

 

Quem? Onde? Quando? Como? E Se? Sandro Batista, APDC Quem? Onde? Quando? Como? E Se? Sandro Batista, APDC Quem? Onde? Quando? Como? E Se? Sandro Batista, APDC

 

A apresentação foi feita num formato pouco usual, o formato Pecha-Kucha 20×20.

O formato Pecha-Kucha vive de IMAGENS – 20 imagens, cada uma apresentada em 20 segundos, com passagem automática. Uma apresentação audiovisual muito forte (imagens simples) coordenada com uma grande preparação no discurso para os 6 minutos previstos.

Partilho aqui, com todos, a apresentação que foi feita:

GIS Day: Passado, Presente e Futuro dos Sistemas de Informação Geográfica

Na passada quarta-feira, dia 17 de Novembro de 2010, ocorreu mais um GIS Day. O GIS Day foi criado em 1987 com o intuito de dar a conhecer e sensibilizar estudantes e comunidades para a importância da Geografia e, consequentemente, dos Sistemas de Informação Geográfica (GIS) na vida de todos nós.

Este ano estive no evento organizado pelo Município de Oliveira de Azeméis e tive oportunidade de partilhar uma visão sobre o Presente, Passado e Futuro dos Sistemas de Informação Geográfica.

Na minha opinião, Passado, Presente e Futuro possuem significados bastante diferentes dependendo das realidades a que nos referimos. Para muitas instituições, os Sistemas que possuem neste momento, ou seja, o seu Presente, poderá ser já um longínquo Passado ou um distante Futuro para outras.

GIS Day, 2010-11-17, Sandro Batista GIS Day, 2010-11-17, Sandro Batista GIS Day, 2010-11-17, Sandro Batista

Começo esta apresentação pelas origens dos Sistemas de Informação Geográfica referindo, entre outros, o belíssimo e inspirador trabalho do Dr. John Snow, no século XIX, quando conseguiu descobrir a origem de um surto de cólera em Londres através das relações espaciais entre as ocorrências da doença e os furos de água da cidade. Como não poderia deixar de ser, reforço nesta apresentação, a importância da Análise Espacial e todo o conhecimento geográfico que pode ser gerado usando esta poderosa ciência!

Podem consultar aqui a apresentação:

New York – Now and 400 years before

image

Another great TED talk… In this one, Eric Sanderson (one of the most famous WCS ecologist) talks about an awesome work he is doing at least during the last ten years – The Mannahatta Project.

“The goal of the Mannahatta Project has never been to return Manhattan to its primeval state. The goal of the project is discover something new about a place we all know so well, whether we live in New York or see it on television, and, through that discovery, to alter our way of life. New York does not lack for dystopian visions of the future…. But what is the vision of the future that works? Might it lie in Mannahatta, the green heart of New York, and with a new start to history, a few hours before Hudson arrived that sunny afternoon four hundred years ago?”

Mannahatta: A Natural History of New York City

You can watch the full talk here: Eric Sanderson pictures New York — before the City

Mapping for Everyone!

 

Encontra-se disponível online um novo site da ESRI – Mapping for Everyone!

Este site possui bastante informação e recursos para todos os utilizadores interessado em aprender mais sobre aplicações Geográficas para a internet e também aprender como os SIG tornam simples a a criação e partilha de informação.

 

O site surge dividido em três secções:

Mapping Home

Tutoriais, vídeos, comunidade, notícias, etc…

image

 Web Mapping APIs

Secção focada nas APIs de desenvolvimento web – Javascript, Flex e Silverlight/WPF

image

Virtual Globe

Secção dedicada a recursos, tutoriais e dicas sobre o ArcGIS Explorer

image

 

Sandro

Futuro dos Mapas – Mashups

 

Os utilizadores de Sistemas de Informação Geográfica (SIG) têm necessidade, no seu dia-a-dia, de utilizarem dados geográficos provenientes de diferentes fontes como suporte à tomada de decisão. No passado, se por um lado a disponibilização de dados em ambiente Web era escassa, por outro sempre existiu uma certa resistência na partilha e divulgação destes dados a terceiros.

Google Maps

 

clip_image002

Bing Maps

clip_image004

Figura 1 – Mashup de serviços do Google Maps e Bing com serviços de Geoprocessamento.

Nos últimos 3 anos, com a introdução do Google Maps e do Bing Maps, os SIG adquiriram maior visibilidade estando desde então presentes no dia-a-dia de milhares de pessoas. Por outro lado, devido a esta consciencialização da sua importância, os Sistemas de Informação Geográfica passaram a poder posicionar-se em ambientes “críticos” onde adquirem importância crucial e são considerados indispensáveis para o correcto funcionamento de toda uma organização.

Google StreetView

Microsoft Bird’s Eye

ESRI ArcGIS Online

ESRI Geoprocessing Task

clip_image006

Figura 2 – Possibilidade de combinar serviços provenientes de diferentes organizações.

Nessa medida, diversas entidades (quer a nível do sector público, quer a nível do sector privado) têm procurado de forma crescente, soluções que visem a disponibilização de conteúdos geográficos em ambiente servidor. A capacidade de poder combinar recursos provenientes de diferentes entidades é assim, cada vez mais, uma mais-valia para o universo dos SIG.

Um Mashup é exactamente isso. Consiste na combinação de serviços de mapas e ferramentas de geoprocessamento ( entre outros) de uma forma transparente, podendo cada serviço, visto de forma individual, estar alocado em servidores de diferentes entidades (em termos organizacionais).

Este tipo de abordagem abre um novo leque de opções. Isto significa que uma entidade pode decidir combinar, a título de exemplo, os mapas do Google Earth e do Microsoft Bing com serviços internos da própria organização. As vantagens estariam associadas à possibilidade de se poderem usufruir de mapas de elevada qualidade, tanto a nível gráfico como a nível de performance destas entidades (Google e Microsoft), eliminando-nos da preocupação da manutenção dos mesmos, quer a nível da informação em si, quer a nível do espaço físico necessário para alocar essa informação, como também a nível dos recursos técnicos necessários para garantir essa estrutura.

A ESRI, especialmente na sua tecnologia servidor, desde o lançamento do ArcGIS Server 9.3 tem dado ênfase às capacidades deste software em permitir combinar serviços de entidades diferentes e disponibilizar ainda uma framework de análise SIG suportada nos ArcObjects. Esta ferramenta permite potenciar no servidor toda a tecnologia SIG, habitual para utilizadores desktop. Uma clara vantagem está associada ao facto de permitir que os developers possam usufruir de um vasto conjunto de funções SIG, que podem ser utilizadas para criar rotinas específicas e disponibilizar a terceiros, como por exemplo, na forma de webservices.

Um último ponto muito importante está associado ao facto de o Mashup combinar serviços. Estes serviços não se limitam exclusivamente a serviços de mapas. Podem ser serviços de geoprocessamento, de pesquisas, de identificação, de geocodificação, de análise de redes, entre outros. Este conceito é, actualmente, transversal a toda a tecnologia ESRI, inclusive nas mais recentes, como é o caso do ArcGIS API para JavascriptTM, o ArcGIS API para FlexTM e o ArcGIS API para SilverlightTM.