Bing Spatial Data Services

 

Já conhecem os Bing Spatial Data Services (SDS)? Através destes serviços REST é possível fazer Geocoding, Armazenar e Inquirir dados Geográficos. Utilizando diferentes API’s é possível, de uma forma simplificada, efetuar todas as tarefas com apenas pedidos HTTP (passando diferentes parâmetros por URL).

Alguns dos benefícios destes serviços:

  1. SDS é uma API RESTful: É fácil de aprender e não se torna necessário qualquer tipo de descodificação a nível de WSDL ou SOAP;
  2. Os SDS realizam as suas tarefas no Bing Maps Content Delivery Network (CDN): Ao usarmos as API para gestão de dados (Data Source Management APIs) estamos a replicar os nossos dados em 19 nós diferentes espalhados pelo mundo (ver figura abaixo). Do mesmo modo, quando há um pedido de inquirição (SDS Query API) por parte da nossa aplicação, este pedido será enviado para o nó mais próximo acelerando bastante todo o processo.

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À descoberta do Bing!

A Microsoft lançou este site – http://www.discoverbing.com/behindbing/ – fantástico que permite ao utilizador saber quais todas as novidades presentes no Bing bem como saber o que está por detrás delas.

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A aplicação desenvolvida em Silverlight permite uma navegação simples por todo o site e conta também com alguns efeitos interesante para enriquecer toda a experiência.

Um exemplo, para quem tem curiosidade por Matemática, é escolher Wolfram Alpha. Aqui irá obter mais informações sobre a integração do Bing com componentes da Wolfram que permite, por exemplo, resolver ou traçar o gráfico de funções matemáticas através deste motor de pesquisa.

Por exemplo se quisermos obter o gráfico e outros dados sobre x^3 (alguns dos resultados ainda não estão disponíveis para Portugal, para dar a volta a este facto, basta mudar no canto superior direito o País para Estados Unidos).

  • navegar até http://www.Bing.com
  • alterar o País (canto superior direito) para Estados unidos
  • na caixa de pesquisa colocar x^3
  • pressionar a lupa
  • no menu do lado esquerdo escolher Compute em vez de Results.
  • voilá!

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Bing Visual Search!

Bastante interessante esta nova pesquisa do, cada vez mais completo, Bing.

Para além da ideia inovadora de pesquisa, o uso de silverlight oferece uma experiência bastante agradável ao utilizador.

Basta ir a http://www.bing.com/visualsearch e começar a pesquisar. Estando em Portugal, é preciso mudar o pais para Estados Unidos para se ter acesso a esta, e a muitas outras funcionalidades, ainda não disponíveis no nosso pais! (obrigado pela dica Luis)

Fica aqui o exemplo de uma pesquisa por herois e vilões… claro está que o rato “fugiu” desde logo para o Alex De Large!

Sandro

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Futuro dos Mapas – Mashups

 

Os utilizadores de Sistemas de Informação Geográfica (SIG) têm necessidade, no seu dia-a-dia, de utilizarem dados geográficos provenientes de diferentes fontes como suporte à tomada de decisão. No passado, se por um lado a disponibilização de dados em ambiente Web era escassa, por outro sempre existiu uma certa resistência na partilha e divulgação destes dados a terceiros.

Google Maps

 

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Bing Maps

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Figura 1 – Mashup de serviços do Google Maps e Bing com serviços de Geoprocessamento.

Nos últimos 3 anos, com a introdução do Google Maps e do Bing Maps, os SIG adquiriram maior visibilidade estando desde então presentes no dia-a-dia de milhares de pessoas. Por outro lado, devido a esta consciencialização da sua importância, os Sistemas de Informação Geográfica passaram a poder posicionar-se em ambientes “críticos” onde adquirem importância crucial e são considerados indispensáveis para o correcto funcionamento de toda uma organização.

Google StreetView

Microsoft Bird’s Eye

ESRI ArcGIS Online

ESRI Geoprocessing Task

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Figura 2 – Possibilidade de combinar serviços provenientes de diferentes organizações.

Nessa medida, diversas entidades (quer a nível do sector público, quer a nível do sector privado) têm procurado de forma crescente, soluções que visem a disponibilização de conteúdos geográficos em ambiente servidor. A capacidade de poder combinar recursos provenientes de diferentes entidades é assim, cada vez mais, uma mais-valia para o universo dos SIG.

Um Mashup é exactamente isso. Consiste na combinação de serviços de mapas e ferramentas de geoprocessamento ( entre outros) de uma forma transparente, podendo cada serviço, visto de forma individual, estar alocado em servidores de diferentes entidades (em termos organizacionais).

Este tipo de abordagem abre um novo leque de opções. Isto significa que uma entidade pode decidir combinar, a título de exemplo, os mapas do Google Earth e do Microsoft Bing com serviços internos da própria organização. As vantagens estariam associadas à possibilidade de se poderem usufruir de mapas de elevada qualidade, tanto a nível gráfico como a nível de performance destas entidades (Google e Microsoft), eliminando-nos da preocupação da manutenção dos mesmos, quer a nível da informação em si, quer a nível do espaço físico necessário para alocar essa informação, como também a nível dos recursos técnicos necessários para garantir essa estrutura.

A ESRI, especialmente na sua tecnologia servidor, desde o lançamento do ArcGIS Server 9.3 tem dado ênfase às capacidades deste software em permitir combinar serviços de entidades diferentes e disponibilizar ainda uma framework de análise SIG suportada nos ArcObjects. Esta ferramenta permite potenciar no servidor toda a tecnologia SIG, habitual para utilizadores desktop. Uma clara vantagem está associada ao facto de permitir que os developers possam usufruir de um vasto conjunto de funções SIG, que podem ser utilizadas para criar rotinas específicas e disponibilizar a terceiros, como por exemplo, na forma de webservices.

Um último ponto muito importante está associado ao facto de o Mashup combinar serviços. Estes serviços não se limitam exclusivamente a serviços de mapas. Podem ser serviços de geoprocessamento, de pesquisas, de identificação, de geocodificação, de análise de redes, entre outros. Este conceito é, actualmente, transversal a toda a tecnologia ESRI, inclusive nas mais recentes, como é o caso do ArcGIS API para JavascriptTM, o ArcGIS API para FlexTM e o ArcGIS API para SilverlightTM.